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Quando a comunicação é falha.

9 Julho, 2007

Cartoon exemplificando uma comunicação errada entre cliente e vendedor.

Usuários visitam sites porque há algo que querem realizar — que é adquirir o seu produto. O que não pode ocorrer é uma falha ao fornecer essas informações a ele.

Muita vezes o serviço principal ou mais usado da empresa ficam escondidos em sub-categorias e suas informações só podem ser encontradas no menu ajuda.

A resposta pode ser clara e simples mas ela não está lá! Você perde o cliente pela falta dessas especificações não reveladas.
Alguns criadores enterram essa resposta sob o slogan da empresa ou escrevem unicamente sob a técnica de marketese.

O Usuário não tem tempo para ler tudo, esconder informações é quase como se não estivesse lá.

O pior exemplo é não responder as perguntas do usuário, dificultar o acesso as informações e evitar listar o que site tem a oferecer. Por exemplo, em sites de e-commerce a primeira pergunta do usuário é “Qual é o preço?“, o preço deve estar sempre disponível, tanto na página principal, páginas de pesquisa como categorias de produtos e em todas as etapas da compra… a fim de ele veja, informe-se ou clique rapidamente no item que mais lhe atraia.

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Designers e Desenvolvedores devem fazer Usabilidade?

9 Julho, 2007

Ter um especialista em usabilidade é o melhor! Porém pequenas equipes distintas do projeto ainda beneficiam mais do que quando o designers fazem seus próprios testes ou outros trabalhos de usabilidade

Sabemos que profissionais especializados são mais produtivos do que quem “faz um pouco de tudo”.

Isso também vale na experiência com o usuário: não podemos citar “designers” como um único grupo. Existem designer gráficos, designer de interação, arquiteto de informação, escritores e muitos outros profissionais, cada qual especialista em design de algo para uma total experiência do usuário.

Da mesma forma, profissionais em usabilidade freqüentemente especializam-se em sub-áreas, como estudo qualitativo, métricas formais, estudo competitivo, análise do site, pesquisas, diretrizes, padrões e assim em diante.

A falta da experiência é especialmente um problema para usabilidade, a habilidade para analisar corretamente o ambiente do usuário é extremamente dependente da experiência de já ter observado uma grande número de ambientes previamente.

Design vs. Usabilidade – diferentes tipos de personalidade, cada disciplina distinta.

  • Design obviamente apela as pessoas com impulso em colocar coisas juntas,
  • enquanto que usabilidade requer pensamento analítico e conceitualização.

Não ter uma pessoa de usabilidade não justifica não fazer usabilidade. Incentive sua própria equipe de fazer algumas atividades simples de usabilidade.

Falta de Objetividade

Se você testa seu próprio design, você estará menos disposto a admitir as falhas e são mais propensos a rejeitar completamente problemas menores e não representativos além de envolver-se erroniamente em suas teorias sobre como usuários comportam-se na web e esquecem que pessoas têm comportamentos diferentes.

Designers, entretanto, podem aumentar seu teste de objetividade perguntando a colegas para reverem seus planos de criação uma ou mais vezes.

Alta Credibilidade, Fácil Comunicação

Quando a mesma pessoa faz o design e a usabilidade, não existeria a preocupação do designer em recusar as averiguações da pessoa de usabilidade.

Relatórios e reuniões são importante no teste para mostrar o que aconteceu, sem reunião, sem relatório e sem comunicação efetiva no que se refere divulgação para TODOS, as informações se manterão em uma única mente! Do contrário, investigações podem imediatamente acontecer com o redesigning com correção os problemas identificados.

O lado negativo da falta de reuniões e relatórios é que apontamentos de usabilidade não são refinados e discutidos, levando a menor aprofundamento dos critérios avaliados e maior reconceitualização da interface do usuário.

Mesmo que relatórios de usabilidade sejam replicados a todos aquém do designer, eles são uma boa forma de construir uma “memória institucional” que também ajudará novos designers e fututos projetista.

Qualquer teste é melhor que nenhum teste

Se puder, é melhor ter um especialista dedicado em usabilidade, mas a escolha não é entre ter e não fazer nada.

Há um meio caminho, permitindo que designers e desenvolvedores tenham uma dupla responsabilidade e cuidem do trabalho de usabilidade. Assim, é melhor que não fazer nenhum teste de usabilidade.

Livre tradução: useit.com

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O formato “F” de leitura na Web

8 Julho, 2007

Eyetracking mostra que usuários lêem páginas na Web no padrão de formato “F”: dois traços horizontais e um vertical.

Rápida! É como usuários lêem o conteúdo. Em poucos segundos movem numa incrível velocidade sobre as palavras do site.

O padrão dominante pela leitura é composta por 3 componentes.

  • Usuário primeiro lê um movimento horizontal, geralmente a parte de conteúdo superior.
  • Próximo, usuários descem um pouco e lêem o segundo movimento horizontal
  • Em seguida, scaneiam o conteúdo da esquerda em um movimento vertical

Eyetracking, como usuários olham os sites, áreas em vermelho são as mais vistas
Obviamente às vezes alguns usuários seguem o padrão “E”, com 3 partes horizontais e uma vertical. Ou mesmo apenas só uma horizontal (como o “L” mas com a parte horizontal inferior no topo)

O significado de padrão F para Web design é clara e mostra a importância de seguir as diretrizes de escrita para Web ao invés de reinventar um método de conteúdo.

  • Usuários não lêem seu texto inteiramente palavra-por-palavra. Leitura exaustiva é rara, por exemplo, quando futuros clientes são conduzidos a reunir uma lista de sites e compará-los, sim! eles irão ler mais que o normal, mas a grande maioria não fará isso.
  • Os dois primeiros parágrafos devem conter informações mais importantes – Se há alguma esperança que usuários leiam o material, eles devem estar no primeiro e no segundo parágrafo.
  • Inicie cabeçalhos, parágrafos e listas com informações chaves que conduza usuários ao escanear verticalmente o conteúdo lateral. Essa é uma técnica chamada “pirâmide invertida” onde começa o texto pela conclusão
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Usuário aborrecido importa?

7 Julho, 2007

Fazer usuário sofrer com um menu drop-down para inserir a abreviação do seu estado é um dos pequenos aborrecimentos que concluem para menor eficiência e menor agradável experiência do usuário.

Analisando sites de e-commerce, a maioria viola os princípios de design ao requisitarem que o usuário manipule um menu drop-down para escolher a abreviação do seu estado, ao invés de simplesmente permiti-lo que digite os dois caracteres.

Ao monitorar usuários lutando com o mouse para scrollar um vasto menu de opções freqüentemente selecionando a opção errada é um gasto maior tempo optar por drop-down.

Pessoas com inaptidão ou desabilidades funcionais, como os idosos, têm dificuldade com listas extensivas, observa-se o mesmo problema na lista de países onde usuários chineses, por exemplo, navegam sem necessidade por um imenso drop-down tentando encontrar o seu país – “Hong Kong“.

Usuários que possuem um mouse com roda (wheel), se o campo de seleção estiver marcado e ele girar a roda do mouse, fará as opções mudarem na lista sem que ele perceba.

Como sugestão, sites que exigem código postal devem validar ou auto preencher o campo cidade e estado pelo servidor.

Aborrecimento? Irritável, mas tolerável

Importa que sites de e-commerce aborreçam seus usuários durante o processo de compra?

O menu drop-down é desagradável e às vezes ouve-se usuários “suspirarem” ao encontrar o que procuram.

Então, por que continuar com o engano? Certamente é um erro de baixa prioridade mas que ainda é um problema de usabilidade.

Muitos aborrecimentos? Preocupante

Aborrecimentos importam, porque eles são cumulativos. Sites invariavelmente têm uma multidão de outros aborrecimentos e cada um atrasa o usuário, causa pequenos erros e resulta em uma experiência desagradável, por exemplo:

  • aparência negligente e não profissional,
  • demanda por muito tempo para completar tarefas e
  • sensação gritante e desagradável de uso, por causa de rompimento do fluxo de usuário.

O impacto de combinações negativas de aborrecimentos ao usuário irão fazer os usuários sentir-se menos satisfeito e trocarem para um site que sinta melhor.

Eliminá-las aumentará a satisfação e fidelidade de usuários e dessa forma melhorando a longo prazo os valores de negócio do seu site.

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Como usuários lêem na web?

6 Julho, 2007

Eles não lêem!

Pessoas raramente lêem páginas na Web palavra-por-palavra, em vez disso, eles mapeiam páginas capturando sentenças individuais. Na pesquisa em como as pessoas lêem sites descobriu-se que 79% sempre escaneim páginas, apenas 16% lêem todo o texto palavra-por-palavra.

Por isso, sites vêm usando “texto mapeado”, como:

  • palavras destacadas (hiperlinks para destacar formulários;com tipos de fonte e variações de cores)
  • sub-cabeçalhos significativos
  • listagem de bullets
  • Cada idéia em um parágrafo (usuários irão ignorar qualquer idéia se não entenderem em poucas palavras no parágrafos)
  • seguir a pirâmide invertida (começando textos pela conclusão).
  • Tornar textos com menos da metade de palavras que a escrita convencional

Credibilidade é importante para usuários, mesmo que isso pareça obscuro a quem busca informações em uma página confiável, a credibilidade pode ser aumentada com gráficos de alta qualidade, bons textos e links externos.

Usuários detestam o estilo “marketese“, (escrita promocional caracterizada pelas “orgulhosas declarações de apelação” que atualmente prevalece na web). Usuários são ocupados, eles querem fatos diretos. A credibilidade é prejudicada quando usuários vêem exageros em sites.

Escrevendo para web: Efeitos da Melhoria

O estudo indicou que sites combinando texto conciso, layout mapeável e linguagem direta e objetiva tiveram até 124% melhor retorno com usabilidade.

De cerca forma surprende como a usabilidade aumenta consideravelmente sob a versão marketese. ” a Brasil é o maior….” … “Brasil é o melhor….” a primeira reação será diminuir a velocidade e dizer “não”, não é!, distraindo o usuário de usar o site.

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Exiba números como numerais

5 Julho, 2007

É melhor usar “23″ em vez de “vinte e três” para prender os olhos dos usuários quando escanearem páginas na Web.

Usuários de fato, não lêem todos os textos de um site, mas buscam por cabeçalhos, palavras destacadas, listas demarcadas e links. Para isso movimentam os olhos em vários elementos do site. Dessa forma, descobriu-se que números escritos como numerais frequentemente param o movimento do olho e atraem sua atenção.

Por que usuários fixam-se em numerais? Números representam fatos, que agradam usuários. Pessoas procuram fatos, como peso, altura, largura. Então representar números como numeral, mesmo que ele não represente um atributo do produto é a forma mais compacta e atrativa do que criar uma “verbosidade desnecessária”.
E como usuários localizam números no meio de palavras? Um grupo de dígitos é suficientemente diferente de um grupo de palavra com letras, elas se sobresaem sob uma visão periférica da página, por exemplo, o valor ‘2417′ é diferente do ‘dois’, apesar de ambos possuírem 4 dígitos, só a primeira é notoriamente mais visível.

Dígitos aumentam e capacidade de escanear conteúdo na Web. E os simplifica.

Observações:

  • 2,000,000 é melhor que dois milhões.
  • Porém, dois trilhões é melhor que 2,000,000,000,000 porque a maioria não interpreta muitos zeros.
  • Como alternativa, você pode usar números seguido da forma por extenso. Exemplo: 24 bilhões (e não vinte e quatro bilhões)

Livre tradução: useit.com

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Diretrizes mais violadas em homepages

4 Julho, 2007

Enganos de usabilidade cercam 2/3 dos websites corporativos

A lista foca-se nos princípios conhecimentos de usabilidade que designers freqüentemente violam.

  1. Enfatize o que seu site oferece e como seus serviços diferem-se da concorrência

    Esse é o mais importante e infelizmente o menos seguido. Sites são péssimos para demonstrar o que oferecem. Em vez disso, escondem serviços com palavras genéricas marketeiras que as tornam irrelevantes para futuros clientes.

  2. Use gráficos para mostrar real conteúdo, não só decorar sua homepage

    Por exemplo, use fotos de pessoas que tem uma relação óbvia com o conteúdo, ao contrário de usar modelos ou fotos genéricas do tipo “stock-photos“; Gráficos desnecessários distraem o usuário de um conteúdo crítico.

    Vendas de stock-photos estão crescendo e usuários não acreditam que o seu produto irá torná-los mais felizes só porque há pessoas sorrindo na foto da página. Melhor mostrar o atual produto tem.

  3. Informe o que o site ou companhia faz

    Descobrimos que usuários que visitam links “About us” ou “Quem somos” apenas querem descobrir os propósitos da companhia. Por que tornar isso difícil?

    Manter slogans publicitários sem explicações reais do site existe em abundância. É difícil aceitar que apenas o slogan seja suficiente mas ter uma boa tagline independente do slogan da companhia irá informar ao usuário o que eles ganharão ao visitar o site.

  4. Enfatize no topo do site as tarefas de alta prioridade

    A homepage deve oferecer de uma a quatro tarefas que usuários utilizam ao entrar no site

  5. Mostre exemplos do real conteúdo

    Revelar o conteúdo do site e não apenas descrevê-los. Mostre o melhor ou mais recente conteúdo.

  6. Não super decore o conteúdo

    Você pode achar que itens importantes requerem elaboradas ilustrações, caixas e cores.

    Porém, usuários geralmente repudiam gráficos como propagandas e focam-se na parte do site que provavelmente seja lhe mais útil

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A Fábula do Designer Gênio

3 Julho, 2007

Ter um bom designer não elimina a necessidade de um sistemático processo de usabilidade. Reduzir os riscos e aumentar a qualidade requerem testes com usuários e métodos de usabilidade à seguir.

Freqüentemente dizem o seguinte argumento contra usabilidade: “Só preciso de ter um ótimo designer e não tenho preocupação e incomodos com testes de usuários. O meu ótimo designer irá criar um ótimo design e isso é tudo!

Claro que é melhor ter um ótimo designer do que um mal designer, assim como um bom especialista em usabilidade é melhor que um mal especialista ou que também um bom programador é melhor que um mal programador e assim por diante.

Todas são disciplinas diversas e que juntas criam uma única interface de sucesso. Sim, devem-se ter a melhor equipe que puder! Mas equipes!

Os Limites do Genioso Design

A pergunta é: será que ter o melhor Designer elimina a necessidade de um bom especialista em usabilidade? Definitavamente não.

É um engano confiar solenimente no “designer gênio” por muitos motivos:

  • Você deve executar o projeto com o time que atualmente tem e não com o time que sonha em ter.
  • Design é uma ciência inexata, mesmo tendo um designer esplêndido, nem todas suas idéias serão ótimas. É prudente reduzir riscos e sujeitar as idéias do designer a uma checagem realística em testes com usuários. (E novas idéias podem ser testadas com um protótipo em apel).
  • Como designers conseguem ser os melhores? Aprendendo quais idéias funcionam e quais não. Feedbacks requerem observações da informação e isso o teste de usabilidade oferece.
  • Maravilhosas intefaces com característica errada falhará. E como designers podem descobrir os objetivos do usuário final? Através de pesquisa com usuário.
  • Cada etapa do design deve ser conduzido por uma avaliação de usabilidade (testes e revisões de diretrizes) para resultar num salto de qualidade na experiência do usuário.

Melhores práticas

A diferença entre o design e o avaliador é que sob raras circustâncias, o designer pode obter um melhor design desviando do que geralmente é aceito como princípio de usabilidade. Mas como saber se seu caso é de fato é uma rara excessão? Você PODE achar! Mas é seguro o avaliador descobrir isso com mais certeza.

Em resumo.

  1. Para começar, tenha o bom designer.
  2. Para reduzir riscos, assegure-se que seu designer trabalha sob os princípios de usabilidade, ao invés de “achar“.
  3. Para aumentar qualidade, use um Design de Iteração para polir cada etapa atráves da avaliação de usabilidade.

Livre tradução: useit.com