Arquivo da categoria ‘usabilidade’

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O formato de data internacional

23 Dezembro, 2007

Leitores como Alexandre Formagio, de São Paulo, SP autor do blog Web 2.0 + Foco no Usuário questionaram-me do por quê de usar o Formato de Data Internacional pois isto parecia ser contra a usabilidade.

Caro Alexandre, como está? você tem toda razão! Afinal, como escrever uma data se há muitos formatos disponíveis? A escolha pode ser um pesadelo para a usabilidade por causa diferença cultural dos países e diferentes tipos existentes.

Porém o pior problema de usabilidade é quando a data é escrita só em números.

Por exemplo: 02/03/04, o que isso significa?

  • 2 de Março de 2004? (Europa)
  • 3 de Fevereiro de 2004? (EUA)
  • 4 de Abril de 2002? (ISO)

Na maioria dos casos, escrever o mês com letras é o melhor caso, exemplo 2/ABR/2007

Mas esse sistema não atinge as variações de linguagens, “Août” em francês, significa Agosto ou Outubro?

O formato de data ISO

O formato de data internacional definido pelo ISO 8601 define o sistema numérico como AAAA-MM-DD onde:

  • AAAA é o ano com 4 dígitos
  • MM é o mes com 2 dígitos
  • DD é o dia com 2 dígitos

Por exemplo, 3rd of April, 2002 no formato internacional será escrito como: 2002-04-03.

Esse formato também pode ser usado para representar data e hora com precisão, com informações de timezone.

O uso de datas numéricas tem também algumas armadilhas em relação a legibilidade e usabilidade, como explicado no FAQ do formato de datas. Apesar de não ser perfeito, o formato ISO é, todavia, a melhor escolha para representar uma data que é mundialmente compreensível.

Leia mais

Fonte: http://www.w3.org/QA/Tips/iso-date

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QA (Quality Assurance) Dicas de qualidade!

22 Dezembro, 2007
  • TITLE deve ser um elemento de qualidade das páginas
  • não crie links como “clique aqui” ou “saiba mais
  • não use redirecionamento por meta: quebra o botão ‘voltar’
  • use h1 como primeiro cabeçalho da código
  • use o atributo alt para descrever a função de cada elemento visual
  • sempre tenha um doctype
  • use <link>’s no seu documento – seu uso vai além de chamar o CSS
  • cuidado com tamanho de fontes: não varie muito nem use muito pequena
  • use formato da data internacional
  • mantenha a estrutura de cabeçalhos hierárquica no seu documento
  • defina nomes de pastas e arquivos sabiamente. Torne-as legível
  • vá além da validação das páginas
  • crie nome de class com semântica
  • listas não ordenadas (UL/LI): são mais que bullets lists
  • cuidado com as cores
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Web 2.0 pode ser perigosa…

17 Dezembro, 2007

Ajax, RIA, mashups, comunidades e conteúdo gerado por usuário geralmente agregam mais complexidade do que eles merecem. E desviam recursos de design e provam que a moda raramente é lucrativa.

…mas é perigosa para os ganhos, e é. Se você focar-se no modismo, você arrisca com recursos divertidos de design que realmente não importam ao usuário.

Avançadas interfaces mais confundem que ajudam usuários. Por que? Abuso de aplicações da moda e AJAX tem baixo engajamento do usuário.

Só um tolo pra negar a importância do tempo de resposta e velocidade de download na experiência do usuário na Web. Ser rápido é melhor. Desde 1968 interfaces velozes tem sensação melhor.

Mashups: Confusão com Marcas Concorrentes

O que define a “Web como plataforma” é que ela permite unir características de sites diferentes em um único serviço.

Se você é uma empresa, isso é perigoso por dois motivos:

  • Confusão com Marcas Concorrentes: Usuários ficam confusos ao fugir da idéia de um site = uma companhia
  • Ter parte do seu site sob controle de outra companhia. A companhia está livre para mudar o conteúdo e inserir anúncios de concorrentes.

Finalmente , o serviço “amarrado” (mashed) nunca tem boa usabilidade quanto queremos.

É claro que em uma pequena companhia, essa característica pode acrescentar serviços e adicionar funcionalidades ao seu site.

Portanto em muitos casos não é preciso aplicar os modismos da Web 2.0. Ainda assim, a Web 2.0 é uma boa idéia que designers podem beneficiar seus websites mas é preciso tomar cuidado com suas sub-característica.

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Lições aprendidas com eye-tracking

25 Novembro, 2007
  1. Textos chamam mais atenção que gráficos Contrariamente do que pensavasse, a primeira coisa que usuários olham ao entrar no site não é as imagens, a maioria deles buscam pelas informações, não imagens. Tenha certeza que seu site foi desenhado para que as partes mais importantes do seu texto se sobressaia
  2. Olhos começam a ver a página do topo esquerdo. Isto não é surpresa, a maioria das aplicações são desenhadas com foco principal ao topo esquerdo. Lembre-se, enquanto você deseja dar um toque pessoal ao site, usuários manterão esse hábito de leitura em mente.
  3. Usuários olham no “formato F de leitura para Web. Tenha certeza que conteúdo importante esteja localizado nessas áreas. Coloca título, sub-títulos, bullets, e textos destacados para atrair os leitores.
  4. Leitores ignoram banners. Propagandas podem ser o “ganha pão” do seu site, mas estudos mostram que leitores amplamente as ignoram, o foco neles dado apenas a uma fração de segundo. Se você quer ganhar dinheiro com banners, seja criativo ao posicioná-los e ao escolher tipos de anúncio para o site.
  5. Fontes e formatações especiais serão ignoradas. Por que? Usuários presumem que são propagandas e não têm informações que necessitam. De fato, estudam mostraram que usuários tem dificuldades de encontrar informações em gigantes letras coloridas. Mantenha eficiente e não ofusque os elementos importantes.
  6. Exiba números como numerais. Leitores localizam mais fácil se você usa números como numeral em vez de números escritos. Eles escaneiam toda a página e é mais fácil encontrar fatos, necessário para mantê-los interessados.
  7. Tamanho da fonte influência no comportamento. Fontes pequenas encorajam o foco e concentração, enquanto fontes grandes a “varredura” de informações. Dependendo do caso, você pode querer mais um do que outro.
  8. Usuários só lêem sub-títulos se isso os interessar. Não coloque só por colocar, assegure-se que são relevante e interessante inclusive para trazer usuários vindo de máquinas de busca.
  9. Pessoas geralmente olham pequena porção da página. Use isso a seu favor! Coloque certas sessões destacadas ou crie bullets para ser fácil de encontrar e de ler.
  10. Parágrafos curtos são melhores que longos. Maioria dos usuários dão pouca atenção, mantenha parágrafos curtos a menos em situações especificas.
  11. Cabeçalhos conquistam atenção. Uma das primeiras coisas que leitores buscam são os destaques. Não obstrua com outros itens!
  12. Usuários buscam por botões e menus.
  13. Estilos de formatações chamam atenção. Use negrito, textos capitalizados, itálico, colorido e sublinhado, mas moderadamente, o uso em excesso irá tornar uma leitura pesada.
  14. Espaço branco é bom. É melhor deixar algumas áreas do site livre de textos
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Alto custo com usabilidade faz sentido!

5 Novembro, 2007

Calcular o valor das rendas futuras permite-lhe estimar rentabilidade no investimento com usabilidade. Para grandes projetos, usabilidade de alto pode recompensar.

Geralmente aceita-se reduzir de custos com analistas de usabilidade, isto é, criar métodos rápidos e baratos para melhorar a interface e experiência do usuário. Mas em muitos casos, faz sentido investir mais para ganhar mais

Ao estimar opções de teste de usabilidade, você encontrará duas opções mas com custos diferentes.

  • Testar apenas com usuário doméstico X incluir usuários de uma ou mais localidades.
  • Testes em laboratório X Estudos de Campo no ambiente do usuário
  • Testar o próprio design X incluir 3 designs distintos
  • Protótipo em papel X mais um protótipo já implementado
  • Contratar profissionais de usabilidade de diferentes níveis de habilidade X alguém com experiência na equipe

Para decidir que opção escolher, você tem que combinar 4 parâmetros.

  1. O retorno esperado do projeto
  2. O custo da escolha do tipo de usabilidade aplicada
  3. A diferença estimada com as conseqüências das alternativas
  4. A quantia em que você desconta futuros fluxos de dinheiro em caso de incerteza

Exemplos de cálculo.

Ao aplicar usabilidade, a diferença de custo aproximado entre a forma de baixo custo e de alto custo para aplicação de usabilidade é, respectivamente, 10 mil para 40 mil, isto é. 4 vezes maior.

Conseqüentemente porém, a usabilidade tende a multiplicar o valor do projeto em até 90% na alternativa de baixo custo e 110% na de alto custo, uma diferença de 20%. Se 20% de lucro corresponde a 300% ou mais na diferença do valor investido na abordagem de usabilidade escolhida , então você pode seguir com a usabilidade de alto custo.

Porém em muitos casos, uma alternativa barata é a melhor solução.

Considerando basicamente 3 opções: sem usabilidade, usabilidade barata e usabilidade cara

  • Sem usabilidade é fácil de computar pois não considera-se os custos com usabilidade. Assumindo o valor do projeto em $500 mil e o design e desenvolvimento custam 200 mil. O valor do projeto é $300 mil
  • Usabilidade barata adiciona 90% ao valor total do projeto, resultando em $950 mil, descontando 10 mil para usabilidade o valor fica em 940 mil. Em outras palavra, usabilidade adicionou 440 mil a mais na expectativa do projeto. Deduzindo os mesmos 200 mil para design e desenvolvimento o valor final do projeto é $740 mil
  • Usabilidade cara adiciona 110% ao valor total do projeto, resultando em $1.050 mil, descontando 40 mil para usabilidade o valor fica em 1.010 mil. Então, a usabilidade adicionou 510 mil a mais na expectativa do projeto. Deduzindo 200 mil para design e desenvolvimento. O valor será $810 mil

Sobre essa suposição, usando usabilidade cara em vez de barata o aumento do lucro é de $70 mil, então devemos prosseguir e usar a abordagem da usabilidade mais cara.

Heurística para escolha: Baixo Custo X Alto Custo

Evite fantasias ao calcular.

Por mais que você invista em usabilidade, você não ganhará muito mais duas vezes o valor do projeto, em projetos pequenos com expectativa de lucro em 5 mil não justifica gastar 10 mil com usabilidade.

Veja mais em: useit.com

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Derrotado por uma Dialog Box

28 Julho, 2007

Técnicas de interação que desviam do padrão de GUI comum podem criar catastrofe de usabilidade que tornam aplicações impossíveis de usar.

Onde está o botão OK?

Dialog box sem botão Ok

Essa dialog box aparece ao tentar salvar arquivo com opções diferentes.

Após preencher a Dialog Box de opções, o próximo passo é óbvio – clicar no botão Ok ou Salvar, mas cade o botão OK? O usuário fica confuso e não sabe se as opções alteradas foram salvas ou não. Isto é uma falha catatrófica de usabilidade; o usuário (eu) chega a abandonar completamente a aplicação.

Outra observação é a opção “Show option dialog” ativada ou desativada por um checkbox. Isto, é claro, viola as regras de design para checkbox e radio buttons. Não pode haver qualquer efeito imediato após clicar ou selecionar opções, apenas após clicar em OK o sistema deve tomar qualquer ação.

Soluções nesse caso

  • Adicione botão OK e Cancelar nas opções da dialog. (Embora você deva evitar o uso de Cancelar e Limpar nos sites), aplicações que exigem o Cancelar são necessárias onde existam opções de alternativas, que geralmente é exigido para recuperar informações padrões..
  • Elimine as opções distintas ou separadas do contexto e exiba-as dentro da janela própria “Salvar Como…”
  • Na janela de opções devem ter incluída um item de Ajuda, muitas das opções são obscuras e usuários não entendem o que significa, além de uma opção “retornar as opções padrão”.
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Escreva artigos e não postagens.

15 Julho, 2007

Para demonstrar a melhor opinião, evite escrever rapidamente postagens superficiais.
Invista tempo na perfeição, valorizar o conteúdo para atrair usuários fiéis.

Conheça a estratégia da internet e invista seu tempo escrevendo artigos e não desperdiçando seu tempo esforçando-se em ter numerosos posts superficiais.

Blogs tem seu própria estilo de negócio, caem bem para sites que vendem barato.

Criar um post é muito fácil e são bons para gerar controvérsias não agregando valores sustentáveis ao conteúdo. Pense o quão decepcionante é você buscar por algo e deparar-se com uma curta-postagem ou um debate com opiniões e argumentações irrelevantes.

Obviamente a experiência do usuário é que importa e não a tecnologia usada para servir o conteúdo. Ótimos artigos podem ser postadas em um serviço de blog.

O estilo-blog mantém uma curta e freqüente postagens com comentários do dia.

  • profundo x superficial
  • original/primeiro x derivado/secundário
  • opinião do autor x reflexo de outros sites/eventos

Crie artigos! para uma completa imersão ao tópico tratado.

Demostre liderança

Você pode medir expertise como combinação de inteligência, educação, experiência, metodologia correta, profissionalismo, (falar, evitando profanidade e política) e concordância franca. A métrica exata não importa.

Assuma que você é bom e demostre isso para conquistar clientes.

Cumpra com a maioria do guia de usabilidade de conteúdo; use bulleted lists; destaque palavras; crie chucks do material; use descritivos cabeçalhos, subtítulos e hyperlinks; torne as primeira palavras mais importantes que as últimas e lembre-se de conhecer o Formato F de leitura na web.

Profundo conteúdo oferece maior valor que numerosos posts superficiais

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Usabilidade só depois de tudo pronto?

9 Julho, 2007

Muitas empresas ainda não enxergam os benefícios da usabilidade durante o desenvolvimento e deixam de lado todo processo de usabilidade por desacreditar da importância, não conhecer os métodos ou julgar que esse seja trabalho “já é existente na equipe atual”.

Elas falam coisas como — “tempo é o grande vilão” — que utilizar diretrizes de usabilidade seria uma grande perda tempo e dinheiro ou que seus usuários possuem o mesmo pensamento, conhecimento e raciocínio desacreditando que usabilidade lhe trará benefícios.

Também impedem que desenvolvedores e designer tenham contato com usuários finais e até entre si por receio que estes solicitem novas funcionalidades. Mesmo que recebam sugestões, esses profissionais geralmente ignoram solicitações de melhoria para uma nova funcionalidade que aumentaria a produtividade do usuário.

Empresas desconhecem que a aplicação de usabilidade faz parte do processo de qualidade e que na verdade cortar tempo de estudo de usabilidade é o que na verdade fará perder dinheiro.

Preocupe-se com seus usuários! O processo de Usabilidade deve estar presente em cada etapa do projeto, deixá-los para a etapa final é jogar todo material anterior fora com reformulações e retrabalhos de toda equipe.

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Quando a comunicação é falha.

9 Julho, 2007

Cartoon exemplificando uma comunicação errada entre cliente e vendedor.

Usuários visitam sites porque há algo que querem realizar — que é adquirir o seu produto. O que não pode ocorrer é uma falha ao fornecer essas informações a ele.

Muita vezes o serviço principal ou mais usado da empresa ficam escondidos em sub-categorias e suas informações só podem ser encontradas no menu ajuda.

A resposta pode ser clara e simples mas ela não está lá! Você perde o cliente pela falta dessas especificações não reveladas.
Alguns criadores enterram essa resposta sob o slogan da empresa ou escrevem unicamente sob a técnica de marketese.

O Usuário não tem tempo para ler tudo, esconder informações é quase como se não estivesse lá.

O pior exemplo é não responder as perguntas do usuário, dificultar o acesso as informações e evitar listar o que site tem a oferecer. Por exemplo, em sites de e-commerce a primeira pergunta do usuário é “Qual é o preço?“, o preço deve estar sempre disponível, tanto na página principal, páginas de pesquisa como categorias de produtos e em todas as etapas da compra… a fim de ele veja, informe-se ou clique rapidamente no item que mais lhe atraia.

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Designers e Desenvolvedores devem fazer Usabilidade?

9 Julho, 2007

Ter um especialista em usabilidade é o melhor! Porém pequenas equipes distintas do projeto ainda beneficiam mais do que quando o designers fazem seus próprios testes ou outros trabalhos de usabilidade

Sabemos que profissionais especializados são mais produtivos do que quem “faz um pouco de tudo”.

Isso também vale na experiência com o usuário: não podemos citar “designers” como um único grupo. Existem designer gráficos, designer de interação, arquiteto de informação, escritores e muitos outros profissionais, cada qual especialista em design de algo para uma total experiência do usuário.

Da mesma forma, profissionais em usabilidade freqüentemente especializam-se em sub-áreas, como estudo qualitativo, métricas formais, estudo competitivo, análise do site, pesquisas, diretrizes, padrões e assim em diante.

A falta da experiência é especialmente um problema para usabilidade, a habilidade para analisar corretamente o ambiente do usuário é extremamente dependente da experiência de já ter observado uma grande número de ambientes previamente.

Design vs. Usabilidade – diferentes tipos de personalidade, cada disciplina distinta.

  • Design obviamente apela as pessoas com impulso em colocar coisas juntas,
  • enquanto que usabilidade requer pensamento analítico e conceitualização.

Não ter uma pessoa de usabilidade não justifica não fazer usabilidade. Incentive sua própria equipe de fazer algumas atividades simples de usabilidade.

Falta de Objetividade

Se você testa seu próprio design, você estará menos disposto a admitir as falhas e são mais propensos a rejeitar completamente problemas menores e não representativos além de envolver-se erroniamente em suas teorias sobre como usuários comportam-se na web e esquecem que pessoas têm comportamentos diferentes.

Designers, entretanto, podem aumentar seu teste de objetividade perguntando a colegas para reverem seus planos de criação uma ou mais vezes.

Alta Credibilidade, Fácil Comunicação

Quando a mesma pessoa faz o design e a usabilidade, não existeria a preocupação do designer em recusar as averiguações da pessoa de usabilidade.

Relatórios e reuniões são importante no teste para mostrar o que aconteceu, sem reunião, sem relatório e sem comunicação efetiva no que se refere divulgação para TODOS, as informações se manterão em uma única mente! Do contrário, investigações podem imediatamente acontecer com o redesigning com correção os problemas identificados.

O lado negativo da falta de reuniões e relatórios é que apontamentos de usabilidade não são refinados e discutidos, levando a menor aprofundamento dos critérios avaliados e maior reconceitualização da interface do usuário.

Mesmo que relatórios de usabilidade sejam replicados a todos aquém do designer, eles são uma boa forma de construir uma “memória institucional” que também ajudará novos designers e fututos projetista.

Qualquer teste é melhor que nenhum teste

Se puder, é melhor ter um especialista dedicado em usabilidade, mas a escolha não é entre ter e não fazer nada.

Há um meio caminho, permitindo que designers e desenvolvedores tenham uma dupla responsabilidade e cuidem do trabalho de usabilidade. Assim, é melhor que não fazer nenhum teste de usabilidade.

Livre tradução: useit.com