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A Fábula do Designer Gênio

3 Julho, 2007

Ter um bom designer não elimina a necessidade de um sistemático processo de usabilidade. Reduzir os riscos e aumentar a qualidade requerem testes com usuários e métodos de usabilidade à seguir.

Freqüentemente dizem o seguinte argumento contra usabilidade: “Só preciso de ter um ótimo designer e não tenho preocupação e incomodos com testes de usuários. O meu ótimo designer irá criar um ótimo design e isso é tudo!

Claro que é melhor ter um ótimo designer do que um mal designer, assim como um bom especialista em usabilidade é melhor que um mal especialista ou que também um bom programador é melhor que um mal programador e assim por diante.

Todas são disciplinas diversas e que juntas criam uma única interface de sucesso. Sim, devem-se ter a melhor equipe que puder! Mas equipes!

Os Limites do Genioso Design

A pergunta é: será que ter o melhor Designer elimina a necessidade de um bom especialista em usabilidade? Definitavamente não.

É um engano confiar solenimente no “designer gênio” por muitos motivos:

  • Você deve executar o projeto com o time que atualmente tem e não com o time que sonha em ter.
  • Design é uma ciência inexata, mesmo tendo um designer esplêndido, nem todas suas idéias serão ótimas. É prudente reduzir riscos e sujeitar as idéias do designer a uma checagem realística em testes com usuários. (E novas idéias podem ser testadas com um protótipo em apel).
  • Como designers conseguem ser os melhores? Aprendendo quais idéias funcionam e quais não. Feedbacks requerem observações da informação e isso o teste de usabilidade oferece.
  • Maravilhosas intefaces com característica errada falhará. E como designers podem descobrir os objetivos do usuário final? Através de pesquisa com usuário.
  • Cada etapa do design deve ser conduzido por uma avaliação de usabilidade (testes e revisões de diretrizes) para resultar num salto de qualidade na experiência do usuário.

Melhores práticas

A diferença entre o design e o avaliador é que sob raras circustâncias, o designer pode obter um melhor design desviando do que geralmente é aceito como princípio de usabilidade. Mas como saber se seu caso é de fato é uma rara excessão? Você PODE achar! Mas é seguro o avaliador descobrir isso com mais certeza.

Em resumo.

  1. Para começar, tenha o bom designer.
  2. Para reduzir riscos, assegure-se que seu designer trabalha sob os princípios de usabilidade, ao invés de “achar“.
  3. Para aumentar qualidade, use um Design de Iteração para polir cada etapa atráves da avaliação de usabilidade.

Livre tradução: useit.com

Um comentário

  1. Concordo com você em gênero e número, mas o que vejo hoje nas agências é elas não praticarem nem metade disso, preferem ter pilotos de Photoshop do que Designers.



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